Atualização das tabelas dos hospitais de Recursos Próprios entra em vigor

A partir de 1º de maio, os hospitais de Recursos Próprios das Unimeds do estado do Rio de Janeiro que atuam no âmbito do Intercâmbio Federativo passaram a adotar uma nova tabela. A atualização contempla a migração de margem para adequação à LPM/TNUMM, em consonância com as diretrizes de padronização estabelecidas pela Unimed do Brasil.
Atualmente, o Sistema conta com dois tipos de estrutura de tabelas hospitalares: o modelo semiglobal¹ e o modelo compactado. A maior parte das Unimeds fluminenses já utiliza o modelo semiglobal, enquanto as Unimeds Campos e Volta Redonda operam com a estrutura compactada. O processo de atualização ocorreu em etapas distintas para cada modelo. As Unimeds que utilizam a tabela semiglobal realizaram a migração para a TNUMM em 1º de abril de 2026. Já as Unimeds com tabela compactada concluíram essa migração em 1º de maio de 2026.
O trabalho de revisão e atualização das tabelas foi retomado em setembro de 2025 e concluído em abril de 2026, após um processo de análise técnica e validação junto às Singulares. Esta medida reforça o compromisso do Sistema Unimed fluminense com a padronização dos processos e o aprimoramento dos modelos de remuneração assistencial.
A Área de Recursos Próprios da Unimed Ferj vive um momento de reestruturação, com foco na retomada de iniciativas estratégicas e no fortalecimento do relacionamento com os hospitais próprios no estado. Esse esforço inclui a integração entre as unidades, a padronização de tabelas e o alinhamento às diretrizes do Sistema Unimed.
A gerente de Recursos Próprios da cooperativa, Valéria Azevedo, compartilhou que um dos marcos dessa reestruturação foi a implantação da LPM/TNUMM. “Hoje, 100% dos hospitais de Recursos Próprios já adotam a LPM/TNUMM, o que representa um avanço significativo na organização dos nossos processos e no alinhamento com as diretrizes da Unimed do Brasil”, afirmou.
Como próximo passo, a área iniciará a construção de um modelo único de tabela para os hospitais próprios fluminenses, contemplando valores de diárias e taxas definidos a partir de critérios técnicos, como estrutura e nível de complexidade das unidades. A iniciativa busca promover maior equilíbrio, transparência e sustentabilidade nas relações entre as instituições. Apesar dessa diretriz, a unificação completa do modelo ainda não é uma realidade, considerando a coexistência atual dos formatos semiglobal e compactado.
Além disso, está prevista a retomada de comitês hospitalares, fortalecendo os espaços de discussão técnica, troca de experiências e construção conjunta de soluções. “A ideia é criar um ambiente colaborativo onde todos possam contribuir para o aprimoramento contínuo da assistência prestada”, completou Valéria.
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